Audiovisual2026
Bananada 2026
Reels de divulgação do festival que voltou depois de sete anos
O Bananada voltou a Goiânia depois de sete anos e o vídeo precisava ir ao ar com o festival já acontecendo. A decisão que organizou o corte foi o som: a abertura fica em silêncio, com o Samir distribuindo doce de banana no sinaleiro, e a trilha só estoura no "mas não é essa aqui não". Daí em diante cada troca de música marca uma troca de lugar, dos bares da cidade ao Oscar Niemeyer. Entregue em 9:16 para o Instagram, com letreiros e cartelas de artista animados.
Processo
O corte
O roteiro chegou em tabela, cena a cena, e o material bruto tinha quase três minutos de entrevistas de rua. O trabalho foi achar onde o vídeo respira: abrir sem trilha nenhuma, para que a entrada do rock caia junto com a virada da frase, e reservar as trocas de música para as trocas de lugar.
Duas coisas saíram pelo caminho. O áudio captado no show, que o roteiro pedia para subir no bloco final, estava estourado e foi trocado por trilha de banco. E o clipe de uma das casas não existia, porque a fachada estava apagada na noite da captação, então a menção sumiu do corte em vez de virar imagem genérica.
Uma coisa entrou contra o roteiro: a pergunta do Samir ao público aparece duas vezes, e não uma. Repetida no meio do bloco, ela reseta o ritmo antes da última leva de respostas.
Letreiros
Os nomes das casas e dos artistas entram como cartelas amarelas em caixa alta, num único estilo do começo ao fim, com wipe lateral que acompanha a batida. As fotos dos artistas citados aparecem como polaroides, com fita nos cantos e um leve overshoot na entrada.
Tudo foi gerado como arquivo com canal alpha, pronto para entrar na timeline sem animação manual. Isso é o que permitiu padronizar dezenas de cartelas e ainda assim ajustar o kit inteiro quando o cliente pediu uma variação.